Top 10 filmes de terror

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Filmes de Terror que você tem que assistir :

10 -  O Segredo da Cabana

Sinopse: Cinco pessoas vão passar uns dias numa cabana no meio da floresta sabendo que há algumas regras bem claras a serem cumpridas no local. Tudo, no entanto, leva as pessoas a quebrarem essas regras, o que obviamente garante uma severa punição a eles.


09 - A Casa Silenciosa 

Sinopse : A Casa Silenciosa é uma experiência do medo em tempo real. Ao longo dos seus 88 minutos de duração, a história é contada sem edição, sem cortes, do início ao fim do filme. Na história, pai (Adam Trese) e filha (Elizabeth Olsen), decidem que é hora de reformar a casa de campo, que há tempos não é usada pela família, o silêncio dentro dela é absoluto, mas isso dura por pouco tempo.

08 - A Aparição 

Sinopse: Acontecimentos assustadores passam a ocorrer na casado jovem casal Kelly (Ashley Greene) e Ben (Sebastian Stan), e eles descobrem que estão sendo assombrados por um espírito invocado acidentalmente durante uma experiência para psicológica na universidade. O espírito aterrorizante se alimenta de seu medo e os persegue para onde quer que fujam. A última esperança é encontrar um especialista em atividade paranormal (Tom Felton), mas, mesmo com a ajuda dele, pode ser tarde demais para se salvarem dessa terrível força do mal.

07 - Silent Hill : Revelations 

Sinopse: Heather Mason (Adelaide Clemens) e seu pai Harry (Sean Bean) estão sempre em fuga das perigosas forças demoníacas as quais não compreendem direito. Quando a garota está perto de completar 18 anos, ela passa a ter constantes pesadelos. O súbito desaparecimento de seu pai faz com que descubra que não é quem imagina ser. A revelação faz com que atravesse o portal rumo a Silent Hill, onde várias armadilhas foram montadas para que Heather fique presa na cidade para sempre. 

06 - Diários de Chernobyl

Sinopse: A história acompanha um grupo de seis jovens turistas que resolve fazer um tipo de turismo alternativo, contratando um guia pouco convencional. Ignorando todos os avisos, o guia leva-os para a cidade abandonada de Pripyat, onde viviam os operários do reator nuclear de Chernobyl e que agora não passa de uma cidade fantasma, 25 anos após o desastre. Depois de uma breve exploração nas ruínas da cidade, os jovens acabam perdidos, descobrindo que, afinal, não estão sozinhos . 

05 - A  Possessão 

Sinopse: Clyde (Jeffrey Dean Morgan) e Stephanie Brenek (Kyra Sedgwick) estão separados, mas conseguem se relacionar para o bem das duas filhas do casal. Quando ele compra uma casa nova, sua filha mais nova Em (Natasha Calis) o convence a comprar algumas coisas para lá, entre elas, uma caixa de madeira muito bem trabalhada e ao mesmo tempo misteriosa, que não se pode abrir. Encantanda pelo artefato, a jovem descobre como se abre, passa a ouvir vozes e, em seguida, estranhos acontecimentos começam a acontecer na casa. Desconfiado do comportamento da caçula, totalmente diferente, ele conversa com a ex que não dá ouvidos e eles começam uma nova crise. Quando a mãe se dá conta de que ele falava a verdade, já é tarde demais, pois a jovem está possuída por um espírito do mal, que se alimenta de seus hospedeiros. Começa então uma corrida contra o tempo para salvá-la e um exorcismo pode ser a solução.

04 - A Filha do Mal 

Sinopse: Maria Rossi (Susan Crowley) assassinou três pessoas durante um ritual de exorcismo que estava sendo realizado com ela e a igreja resolveu interná-la em um manicômio situado em Roma. Sua filha Isabella (Fernanda Andrade), além de preocupada em saber se existe algo genético que possa ter herdado, quer entender o que aconteceu com a mãe e segue para o local em busca de explicações. Acompanhada de uma câmera que vai documentar toda a sua jornada investigativa, ela recebe a orientação dos padres Ben (Simon Quarterman) e David (Evan Helmuth) de que seria melhor presenciar um exorcismo de verdade para evoluir em sua pesquisa. O que eles não contavam era que, mais tarde, iriam se deparar com caso de possessões múltiplas, caso raro e extremamente complicado de se resolver.

03 - [REC] 3 Genesis 

Sinopse: Clara (Letícia Dolera) sempre idealizou o seu casamento e no grande dia a presença de amigos e familiares era fundamental. O que ela não fazia ideia era que seus convidados sofreriam uma súbita transformação em zumbis, fazendo com que seu sonho termine no pior dos pesadelos.

02 - Atividade Paranormal 4 

Sinopse: Cinco anos após Katie (Kathie Featherston) matar a irmã Kristi (Sprague Grayden) e o cunhado Daniel (Brian Boland) e levar consigo o sobrinho Hunter, ela vive com o pequeno Robbie (Brady Allen) em uma casa. Do outro lado da rua mora a adolescente Alice (Kathryn Newton), que acompanha os passos do garoto juntamente com o amigo Alex (Matt Shively). Ambos acham Robbie bastante estranho, principalmente quando ele fica alguns dias na casa de Alice após Katie ter um problema e ir parar no hospital. Aos poucos Robbie se torna amigo de Wyatt, o irmão caçula de Alice, atraindo-o para um universo perigoso.

01 - Resident Evil 5 Retribuição 

Sinopse: Fruto de uma das experiências das Umbrella Corporation, Alice (Milla Jovovich) acorda misteriosamente em outra realidade, como se nada tivesse acontecido no planeta Terra. Mas as sequelas do vírus T logo aparecem na forma de zumbis famintos por carne humana e ela descobre, novamente, fazer parte de um novo e viajante experimento. Dentro das intalações da terrível corporação, a guerreira descobre que um antigo inimigo pode estar por trás de um plano para salvar não só ela, mas também seus antigos companheiros de luta, como Ada (Binbing Li), entre outros. Agora reunidos, eles lutarão lado a lado num combate sangrento, que os levará a uma importante e inacreditável revelação. Só existe um problema, Jill Valentine (Sienna Gillory) e Rain Ocampo (Michelle Rodriguez), sob as ordens da poderosa Rainha Vermelha, não estão dispostas a facilitar as coisas para o grupo, que ainda por cima corre contra o tempo.


Agora irei postar sobre Desenhos Proibidos hahaha'


O  Estranho Misterioso é um dos Desenhos Proibidos mais assustadores que eu já vi na minha vida . Ele se diz um anjo , mais ele é o Satan , Ele muda de forma constantemente e é macabro até demais ...









Aqui é a animação pra você que se diz corajoso então veja e morra de medo seu filhinho da mamãe !!


Nova história do Acervo Maldito... E como vocês já sabem, nas histórias dele vocês tem opção de escutar a história no video, ou ler no texto abaixo...
A escolha de como vai ficar com MEDO é toda sua...




Aqui embaixo o texto completo

Era uma quarta-feira ensolarada, o céu estava limpo e os pássaros cantavam no meio da tarde. Aquele dia era perfeito para os alunos de uma pré-escola saírem com sua professora para caminharem e aproveitarem um passeio e conhecerem melhor o bairro onde estudavam. 

Os pequeninos se divertiram naquela tarde com sua tutora, conheceram a história de uma nova praça, cantaram algumas canções e de mãos dadas todos juntos, passearam por toda as redondezas do bairro.
No final da tarde tudo havia sido maravilhoso, os pequenos aprenderam coisas novas e se divertiam com isso. Uma pequenina chamada Clara sentia-se um pouco desconfortável, ela precisava ir ao banheiro, estava muito apertada e não podia esperar afinal, qual criança consegue esperar nessas ocasiões? 

Ela insistiu muito e não sobrando alternativas a professora disse: 

- Está vendo aquele barzinho do outro lado da rua? Vá até lá e use o toalete, eu espero você voltar.
A pequenina atravessou a rua e fez conforme a professora disse. Cheiro de bebida, fumaça de cigarro, homens jogando bilhar, a menininha entrou nesse lugar e pediu o banheiro emprestado.
Cinco minutos, dez minutos... Esse foi o tempo que a menina gastou para voltar junto de sua professora e seus coleguinhas. 

Os dias passaram e Clara começou à sentir-se mal, primeiro veio a febre, depois algumas feridas pelo o corpo. Clara tinha uma irmãzinha que era apenas um bebê, sua irmãzinha também começou à ficar doente e apresentava os mesmos sintomas de Clara. 

Após uma consulta médica a decepção e a tristeza batiam à porta da família da pequena Clara.
A pobre menina havia sido violentada e quando seus pais perguntaram como isso havia acontecido, ela disse:

- Eu não sei o que foi mamãe, me desculpe, eu não sabia que o homem do bar não podia tocar em mim... 

Clara contraiu duas doenças, uma delas é uma espécie de sarna que lhe impede de chegar perto de bebês pelo o fato de ser facilmente transmitida, a outra doença, AIDS! 

Essa é apenas uma das muitas irrefutáveis provas de que monstros existem e que sua espécie se chama homo sapiens. Nesse exemplo, só nos resta saber qual dos dois monstros é o pior, a professora irresponsável ou o estuprador maníaco? Cuidado! A desgraça e ruína de sua vida pode não ser causada por um fantasma, nem mesmo por um demônio e sim, por aquele ser humano que acaba de passar por você neste momento!


Naquele momento, me encontrava sozinha em casa, sem nada para fazer além de contemplar, observar e sentir a relativa calma daquela escura noite. De um minuto a outro, me encontrava escrevendo ao máximo do que minha inspiração alcançava, para aliviar um pouco esses momentos, pois o silêncio começava a me perturbar e inquietar. Quanto mais escuro ficava, mais estranha eu sentia.

E, de repente... Nada. Somente silêncio e obscuridade rodeavam o que antes era pura calma. Via ao meu redor nada mais que um vazio... Mas, de toda forma, me encontrava calma, serena e pensando.

Sem me dar conta quando, comecei a escutar estranhos ruídos e sinistros lamentos, ou talvez gemidos... Não sabia de onde vinham, me senti incompetente. De repente, esses terríveis lamentos pararam, e em seu lugar, um macabro riso começou a soar. Fazia em minha mente um eco brutal, simplesmente não parava, e não parecia querer parar.

Perdi a calma. Não conseguia dizer nada, apenas observava e escutava. Comecei a visualizar uma silhueta semi-humanoide, com dois vermelhos e penetrantes olhos. Naquela silhueta se desenhava um sorriso, e de sua direção vinham as gargalhadas, cada vez mais seguidas e fortes em minha mente.


Perdi o controle. Comecei a gritar “QUEM É?” “QUEM É VOCÊ?” “O QUE QUER?”. Não me dizia nada, apenas continuava rindo, gargalhando. Pedi que respondesse, e nada.

Fechei meus olhos em meio aquele riso maníaco e os cobri com as mãos. As lágrimas e o desespero tomaram conta de mim. Após alguns minutos, abri os olhos, tirei as mãos do rosto e não havia nada.

“Teria sido um sonho... Ou melhor, um pesadelo?”
“Estou ficando louca?”
“Algo realmente aconteceu?”

Este tipo de experiência é mais comum do que pensei. Quando fui ao psiquiatra, ele me receitou alguns remédios e disse que eu sofria de stress. Não me contentei e, pela internet, encontrei pessoas que tiveram a mesma experiência que eu.

Há um demônio que assombra a mente humana. Ele está sempre presente, mas não lhe é permitido aparecer. É esse demônio que nos leva à cometer erros, à fazer escolhas erradas, à depressão e mais uma série de coisas ruins. Ele está ao nosso lado esquerdo, parado, estagnado. Ele nunca nos deixa só.


Algumas pessoas passam pela experiência de escutá-lo ou visualizá-lo. Foi o que aconteceu comigo. Por quê? Porque no momento de maior escuridão, quando estamos sozinhos e nos deixamos levar pela angústia e pela falta de fé, ele consegue a força suficiente para se fazer visível. 
Uma criatura extremamente obscura, um ser vindo das trevas que leva cada ser humano ao erro. Aquele que perturba seu sono, que lhe traz pesadelos. Aquele que lhe induz a afundar mais ainda a lâmina, no momento do suicídio. Aquele que tira seu controle.

Essa pode não ser uma história de terror que estrele um filme, mas posso lhes garantir que é real. E lhes garanto, ainda, que pelo menos uma vez na vida, você terá uma experiência de contato com o seu demônio.

Todo mundo tem um demônio dentro de si.



Era tarde da noite, algo em torno das 3:30 da manhã. A cidade estava fria, silenciosa e o tempo anunciava chuva. Eu e meu amigo estávamos voltando de uma noitada quando tivemos a ideia de entrar no casarão abandonado da rua Flee. O casarão da família Hopkins, que viveu ali durante duas gerações. Não foi preciso pensar muito - já que não estávamos pensando direito devido ao álcool. Decidimos ir.



A rua Flee era praticamente deserta e o único movimento que podia ser visto era o das folhagens e folhas das árvores quando sopradas pelo vento, assim como suas respectivas sombras que dançavam entre os muros. As vezes um ou dois cães também podiam ser avistados perambulando por perto. Chegamos a rua Flee em menos de 10 minutos. O casarão dos Hopkins ocupava um quarteirão inteiro, e as casas vizinhas, menores, estavam todas para alugar. Poucas eram as pessoas que moravam nas redondezas, se é que moravam. Pensando melhor agora, é bem raro ver uma luz acesa, mesmo nas casas habitadas. Os portões de metal do casarão estavam abertos, cobertos por ferrugem, folhagens e trepadeiras que desceram o muro e se enrolaram por entre as grades, forçando-as a permanecer sempre abertas. Entramos com o carro, devagar. Meu amigo ergueu a luz dos faróis; estava muito escuro e conseguíamos ver apenas o que era iluminado por eles. Parecia até que a luz da Lua não conseguia penetrar na residência. Uma fileira de mato e arbustos acompanhavam as laterais da estradinha pela qual o carro seguia - a vegetação reivindicou seu espaço, literalmente.

Feita apenas para pequenos automóveis passarem, a pequena estrada era cheia de curvas meticulosamente desenhadas. Ao final ela dobrava para a esquerda, e seguia adiante, fazendo mais uma curva que levava novamente até a saída. Estacionamos o carro bem em frente a enorme porta tom de vinho. Era uma porta dupla, com detalhes que lembravam aqueles portões medievais.

Construída em meados de 1950 pelo mais famoso arquiteto do estado da Califórnia, Jonathan Henrique Reew - que aparentemente cometeu suicídio logo depois de terminadas as obras - este enorme casarão nunca teve outros moradores depois da misteriosa morte de seus donos.

O dono original e idealizador da propriedade era o Sir. Henrique Hopkins, um rico empresário, dono da maior fábrica de porcelanas do Estado. Ele faleceu em 1985, suicidando-se com um tiro na cabeça. Naquele tempo, muitos rumores surgiram para explicar seu suicídio. O mais famoso dos rumores é o de que ele foi atingido por uma forte depressão após o falecimento de sua esposa, a Srta Louise Hopkins. Dizem que a depressão foi tanta que ele chegou a construir uma versão porcelana de sua amada, apenas para faze-lo companhia. Porém, isto nunca passou de um rumor, é claro.

Mas essa nem é a melhor parte. Após sua morte, a propriedade ficou para sua única filha, Mary Antonieta Hopkins. A garota herdou a casa muito jovem, aos 19 anos. Ela era de poucas palavras; seu cabelo avermelhado realçava a palidez de sua pele, assim como seus negros e delineados olhos. Mary não costumava sair de casa e também não gostava de receber visitas, nem mesmo de seus parentes. Era raramente vista até mesmo pelo jardineiro, que cuidava do terreno três vezes por semana. E para surpresa de todos, foi com este mesmo que ela se casou pouco tempo depois.

O jovem jardineiro e estudante de artes, Nicholas Creedance, costumava ser alegre, carismático, e tinha muito amigos, mas depois do casamento tornou-se frio e não aparecia mais. Seus amigos e familiares tentavam visita-lo, mas sempre arrogante, ele os mandava embora sem nem abrir a porta. As vezes até ameaçava as pessoas mais insistentes. Um primo de Nicholas disse que em uma de suas visitas, pela janela ele avistou o primo pintando o que parecia ser um manequim, ou algo do tipo. Ao perceber sua presença, Nicholas rapidamente fechou as cortinas e gritou para ele ir embora. Seu rosto estava magro, pálido e com olheiras.

Com o tempo os moradores foram se acostumando a estes terríveis vizinhos, e ninguém mais os visitava. Vários meses se passaram e ninguém mais nem ouvia falar deles. Quase um ano e meio e algumas pessoas passaram a comentar que nunca viam nem mesmo um carro entrar ou sair daquela residência. As correspondências nunca eram pegas, e o jardim também estava descuidado. O mato já até invadia a calçada. Estas circunstâncias levaram alguns policiais a ir investigar. Entraram facilmente pelos portões e bateram na porta, chamando pelos donos, mas estes não apareceram. Decidiram então arrombar, mas para surpresa deles, não foi preciso. Um pequeno empurrão e a porta abriu gentilmente, como se convidasse-os.

Segundo relatos, o interior da casa era deslumbrante e estava impecável. Tudo muito limpo e cuidado. Os enormes lustres iluminavam tudo e davam vida ao local e as decorações. O chão era tão limpo que refletia tudo, cada luz, cada móvel. Ao mesmo tempo, porém, a sensação de abandono era notável. Não havia som algum, a não ser o tec tec dos coturnos no frio piso. Os policiais então anunciaram a entrada e como ninguém apareceu, resolveram investigar a casa toda, começando pelo primeiro andar. A sala de estar estava em perfeita ordem, com a lareira acesa. O tapete marroquino limpo, sem pó, assim como todos os móveis. Certamente eles eram muito caprichosos, já que não possuíam empregadas domésticas.

Na cozinha, porém, a situação era diferente. Estava tudo um brinco, a louça posta a mesa, candelabros acesos, toalha, copos com vinho e tudo mais. Acontece que a mesa estava servida, com carne crua e apodrecida, tomadas por vermes. A salada e o restante encontravam se no mesmo estado. O vinho nas taças também cheirava mal. Aquilo foi horrível de se presenciar. Mas foi apenas no segundo andar que eles presenciaram cenas das quais nunca mais se esqueceriam. Símbolos e escritas em tom vermelho escuros manchavam as paredes de um dos corredores. Velas a muito tempo apagadas percorriam toda a extensão do mesmo, até chegarem a uma porta. A única porta daquele corredor esquisito. Ao se aproximarem, uma leve canção de ninar podia ser ouvida. Era uma bonita e acolhedora canção. Um dos policiais empunhou a arma e ficou em guarda, enquanto outro abriu a porta. Eles entraram e, o que viram, fez até o único ateu entre eles sussurrar o nome de Deus. 

O casal Mary e Nicholas estava deitado na cama de mãos dadas, com os dedos bem entrelaçados e olhos escancarados. Um enorme sorriso de satisfação estampava o rosto de ambos. Mary estava maquiada, vestia um vestido rosado de seda, sapatos vermelhos e um colar de brilhantes. Nicholas também estava elegante. Ele vestia um terno escuro, gravata e sapatos bem engraxados. Os dois estavam mortos e bastante decompostos.

O lado da cama um manequim pintado de forma realista estava sentado ao lado de um berço. Sua expressão era feliz, mas, havia algo estranho no sorriso daquele manequim. Parecia um sorriso de prazer. O berço a frente dele era a fonte daquela melodia, e deitados de costas um para o outro havia dois bebes em estado de decomposição. O choque foi tanto que os policiais só perceberam o terrível cheiro de morte e putrefação instantes depois.

Não demorou muito para a imprensa mundial tomar conta do local. Diversos rumores, histórias de terror, lendas e boatos surgiram ao longo dos anos. Os policiais que participaram da operação se recusaram a dar entrevistas, mesmo com enormes quantias sendo-lhes oferecidas. Os detalhes daquela tarde só foram expostos porque um familiar achou o diário de um dos policiais que liderou a entrada na residência. No diário ele contava tudo exatamente desta forma. Sua dificuldade para dormir, quando começava a ouvir choros de bebê e músicas de ninar durante a madrugada. Ele também falava das inúmeras vontades de cometer suicídio que invadiam sua mente ao longo dos anos; doas remédios que começou a tomar, e da luta diária que enfrentava para tentar parecer bem aos olhos de seus netos, que sabiam que algo estava errado. Mais tarde, porém, acabou sucumbindo e precisou de tratamento psiquiátrico. Ele morreu de causas naturais, poucos tempo depois, aos 69 anos.

As pessoas mantinham distância. Os moradores mais próximos se mudaram. A Rua Flee era uma rua mal vista, e como não havia ninguém que quisesse morar na residência dos Hopkins, os parentes de Nicholas venderam o casarão a um rico empresário que possuía planos para aquele enorme terreno. A casa e tudo mais deveria ter sido demolida a alguns anos atrás, mas até hoje isso não aconteceu.


Parados em frente aquela enorme porta vermelha, eu e meu amigo ainda decidíamos de deveríamos sair do carro ou não. Até que ele puxou o freio e retirou o cinto.

- A gente veio aqui pra ficar dentro do carro? Bora sair!

Meu amigo estava entusiasmado, eu nem tanto. Falávamos sobre invadir esse casarão desde o ano passado, mas falar era mais fácil do que fazer. A coragem não chegava nunca. Os ''benefícios'' de invadir um local desses, porém eram enormes. Ninguém tinha fotos de lá de dentro, e se postássemos na internet ficaríamos conhecidos. Sem falar que deveria ser um bom lugar pra levar as garotas. Transar lá dentro deve dar uma adrenalina daquelas(claro que a ideia era bizarra, mas ela sempre vinha a tona quando bebíamos muito). Foram estes pensamentos que encorajaram nossos idiotas e anestesiados cérebros a finalmente lançarem sinais elétricos ao nosso corpo, fazendo com que nos mexessemos para fora do carro. Mas antes de finalmente sair eu ainda disse:

- Calma um pouco, deixa eu dar mais uma olhada. Nunca se sabe né?

- Tá, tá. Pega aqui minha lanterna então.

- Boa. - Agradeci.

Para chegar até a porta, antes era preciso subir o pequeno lance de escadas de mármore. Cinco degraus ao todo. A luz da lanterna permitia uma boa visão. A tintura da porta e das paredes estavam desgastadas, e pequenos buracos haviam se formado nos enormes pilares de concreto que sustentavam o que parecia ser uma sacada do segundo andar. Ao lado da porta principal haviam 3 enormes janelas de vidro, uma delas havia levado uma pedrada.

Estava ficando cada vez mais frio, e uma leve e fina garoa começou a cair. Eu estava tentando enxergar além, mas infelizmente estava escuro demais e nem mesmo a luz da lanterna conseguia penetrar o vidro das janelas.

- Tá bem, então. Se tu for eu vou. Mas não vá, por favor.

Meu amigo fechou a jaqueta, colocou o boné e abriu a porta.

- Bora.

- Merda. - sussurrei.

Ele então caminhou subiu as escadas e parou perto da porta, virou o rosto e olhou pra mim, num gesto de ''tá esperando o que?.'' Eu estava parado de pé do lado de fora do carro, com a porta aberta. A luz da lanterna acesa, acompanhando meu amigo a medida que ele prosseguia. Voltei a argumentar sobre o que estávamos fazendo. Acho que a esse ponto o efeito da bebida já estava passando, e ao meu ver, era melhor se estivéssemos ali de tarde. Meu amigo, porém, acabou me convencendo.

- Tá bom, tudo bem seu merda. Mas espera um pouco que vou mijar antes. - disse finalmente.

Ele concordou, me dizendo pra não demorar. Fui até a árvore mais próxima e descarreguei o que tinha pra descarregar. Aquilo foi tão bom que até me encorajou. Mas quando virei não encontrei meu amigo.

- Falk?

Chamei por ele, gritei. Mandei ele tomar no cu por estar querendo me assustar, mas nada. Nem sequer uma resposta. Olhei pra todos os lados, iluminando as áreas mais escuras com a lanterna, mas nem sinal mesmo dele. Foi quando percebi que a porta da frente estava ligeiramente aberta. Aquilo me deixou puto da vida. Ele entrou sem mim, que desgraçado.

Peguei o celular para olhar a hora, já eram 4:03 da manhã. Voltei a guarda-lo no bolso e caminhei em direção a porta, mas logo que pisei no primeiro degrau uma sensação horrível passou pelo meu corpo. Eu simplesmente travei. Um frio na espinha me fez ficar imóvel de repente. A temperatura parecia ter caído uns dez graus em menos de 1 minuto.

Numa tentativa de adiar um pouco minha entrada no casarão, decidi voltar ao carro pra pegar minha jaqueta. Peguei-a e quando me virei as luzes da casa se acenderam e vi meu amigo parado na porta. Ele vestia terno, estava pálido e caminhava lentamente em minha direção. O pavor tomou conta de mim por completo. Abri a porta do carro, corri até meu amigo e o fiz entrar no carona.

- Merda, merda! Foi um erro a gente ter vindo aqui. Eu sabia! Merda!

- Vai... Tira a gente daqui. - Sussurrou ele. Seus lábios estavam com uma coloração roxa.

Nesse momento a chuva engrossou e trovoadas começaram a penetrar entre as árvores. As luzes do casarão voltaram a apagar. Nossos corpos foram jogado pra trás assim que enterrei o pé no acelerador. Nem me preocupei em usar a estradinha, fui cortando caminho pelo matagal até chegar nos portões de saída.

Estávamos na estrada agora. A chuva estava muito forte e as trovoadas eram frequentes. Uma rápida olhada no retrovisor mostrou a expressão de horror na minha face.

- Co - C - Coloca o cinto cara, coloca ele. - Falei gaguejando.

Falk não me respondeu isso. Olhei novamente pra ele. Seus lábios estavam ainda mais roxos, e sua pele super pálida. Ele não estava nada bem, precisava imediatamente ir a um hospital. Mas meus pensamentos foram cortados assim que ele começou a falar.

- Estamos bem longe da casa já, não é mesmo?

- Sim, estamos. Acho que sim. - Respondi, tentando olhar pra ele e pra estrada ao mesmo tempo. Mas era melhor me focar na estrada, pois com aquele tempo, mal dava pra enxergar o que havia a frente.

- Ótimo, então... - Sua mão encostou no meu ombro. - ... nunca mais volte lá, nem por mim, por favor.

No momento em que ele disse isso, olhei pro lado e não o vi mais. No susto, freei o carro bruscamente, derrapando na pista molhada. Quando o carro finalmente parou, olhei para o banco de trás. Nada. Sai do carro em meio a chuvarada, procurando pelo meu amigo, gritando o nome dele, mas não o encontrei em lugar nenhum. Já chorando, liguei para seu celular, varias vezes. Na última tentativa alguém atendeu.

- Falk!? Falk!?

Mas do outro lado da linha ninguém respondia. Não ouvi vozes nem nada, apenas uma bela canção tocava ao fundo. Uma canção de ninar.

O garoto colocou a cabeça contra a parede. Ela estava parada logo atrás dele, esperando. Então começou:
- Um, dois, três…
E Ana saiu correndo. Tirou os sapatos para que fosse mais quietinha - não queria deixar nenhum rastro, nenhuma dica de onde iria se esconder.  Fuçou na cozinha. Será que ia caber dentro dos armários? Examinou um instante e decidiu que não. Mesmo se conseguisse se enfiar, as panelas fariam barulho. Derrubou algumas para despistar e voltou à sala. Ele ainda estava no quarenta.




Deslizou com as meias pelo corredor. Tão rápido e discreto! - teve que cobrir a boca, para ter certeza que não ia fazer som algum. O quarto dos pais.. o quarto dos pais!... abriu a porta, mas não teve coragem de entrar. Os dois estavam deitadinhos ali na cama, a TV ligada. Sabia que podia ir e se esconder porque eles não iam a entregar, mas preferiu procurar mais.
Lá da sala, ele gritou sessenta.
O banheiro! Ah não, o banheiro não. Sua irmã estava lá tomando banho antes deles começarem a brincar. O banheiro estava um caos. Sem contar que fedia! Espiou pela fresta da porta, só pra ter certeza, e sim, a menina ainda estava lá, esparramada na banheira, com fones no ouvido, sem mover um músculo sequer. É claro que estava. Dali da porta mesmo Ana conseguia escutar um pouco da música. Saiu correndo, de novo.
Lá da sala, veio um oitenta.
Restava tão pouco tempo... o quarto! O quarto delas. Não queria se enfiar debaixo da cama, era o esconderijo mais óbvio de todos. Nem no armário, que, para começar, estava abarrotado de coisas, mal ia dar para entrar. Atrás da cortina, seus pés ficariam para fora. Noventa e dois... noventa e três. Não dava mais tempo. Ana agarrou as bonecas pelo cabelo e as jogou no chão, empurrou para debaixo da cama e se enfiou no baú enorme. Se contorceu e fechou a tampa, a cabeça entre os joelhos. Sua posição era desconfortável e o ar era abafado, ali. Tentou cobrir o rosto, para evitar de ser escutada.
- Pronta ou não, lá vou eu!
Era muito difícil continuar quietinha. Sua respiração estava forte e as lágrimas ainda corriam o rosto. Tinha que engolir o soluço e camuflar o desespero até o fim da brincadeira. Ele ainda tinha mudado as regras, que amigo mais bonzinho! Ela não ia precisar correr para o pique. Bastava que se mantivesse escondida por um minuto.
Contou mentalmente. Cinquenta e três segundos... cinquenta e quatro. Cinquenta e cinco. Cinquenta e seis. Faltava pouco para que se completasse um minuto e ela não escutava passos nem risadas de crianças. Deixou escapar uma gargalhada desesperada; estava salva.

Cinquenta e nove.

Antes de mais nada, preciso dizer que este conto não é inventado. O que irei lhes contar aqui é uma história verídica que aconteceu comigo e meus amigos. O motivo que me levou a escrever isto foi o clima no qual estávamos e uma história um tanto assustadora contada por um deles - justamente o mais cagão. Não leia isto esperando uma ficção sobrenatural ou coisa assim, pois o conteúdo abaixo é apenas o relato de uma madrugada de domingo entre amigos, ok? Caso ainda esteja lendo isto, sinta-se a vontade e espero que goste.



Já era madrugada, algo em torno de 1:30 de domingo e estávamos entediados. Eu e mais três amigos acabamos reunidos no apartamento do nosso amigo Kleinu pra jogar video game e encomendar algumas pizzas; esta era a programação noturna. Poucas horas antes nós havíamos saído com algumas gurias. A noite foi mesmo boa, saiu tudo como planejado, mas a madrugada já estava se tornando realmente cansativa. As pizzas estavam sendo digeridas a muito tempo, e jogar GTA V não estava mais nos mantendo entretidos. Decidimos então sair do apartamento e dar umas voltas de carro pela cidade.


Lá fora estava ficando cada vez mais frio e uma leve cortina de neblina aumentava essa sensação.
Contribuímos cada um com uma quantia para poder encher o tanque do carro e em seguida partimos. A cidade estava vazia, poucos carros circulavam. Olhei para meu celular, ele marcava 1:55. A nossa programação pelas horas seguintes era esta: ficar dando voltas pela cidade, ultrapassando sinais vermelhos, acelerando em pista reta, e procurando casas de festa com alguma festa ainda rolando. Encontramos algumas, e em um delas haviam carros de polícia parados em frente. Passamos lentamente para ver melhor oque estava acontecendo, mas não foi possível devido a quantidade de gente que estava ao redor. Não havia pessoas chorando ou gritando, então com certeza era só mais uma briga ou confusão que saiu de controle; coisa comum nesse tipo de festa onde todo tipo de gente se reúne. Mais a frente uma mulher de vestidinho vermelho dava um tapa no rosto de um cara. Dobramos a esquina dando risada.

Olhei meu celular, ja estava passando das 3:00 da manhã. Nossa programação perdeu a graça bem rápido e todas aquelas voltas me deixaram com um embrulho no estômago. Por sorte, a esta altura as pizzas já haviam sido completamente digeridas.

O tédio começou a tomar conta, e em meio a conversas e piadinhas aleatórias, de repente surgiu um assunto intrigante entre nós. Segundo nosso amigo Helmut, uma noite ele e o Kleinu estavam dando voltas de madrugada, da mesma forma como estávamos fazendo naquele momento. No caminho eles passaram por uma rua onde algumas casas e apartamentos estavam para alugar. Em uma destas casas - um pequeno edifício de apenas dois andares -, havia uma senhora idosa sentada na sacada com a cabeça baixa; ela estava completamente imóvel. Era inverno aqui no Rio Grande do Sul, porém, aquela senhora estava lá, sentada de camisola, exposta ao vento gelado e ao sereno da noite. Eles desaceleraram o carro para poder observar melhor. A senhora não se mexia e nem nada. Os dois ficaram intrigados, imaginando se ela estava morta ou coisa assim. - Não era brincadeira, eles realmente estavam pensando que ela poderia estar morta, pois era a unica explicação lógica para aquilo. - Logo que a rua acabou, dobraram a direita e decidiram passar ali novamente, porém, quando chegaram, desta vez a senhora não se encontrava na sacada e sim dentro da casa. As luzes estavam acesas e ela estava parada de perfil na janela ao lado da porta. Como antes, eles desaceleraram o carro e ficaram observando, foi então que do nada a senhora virou o rosto e pareceu encara-los diretamente. Cagões como são, resolveram sair dali, mas mal o Kleinu pisou no acelerador, ja teve que frear. Havia um destes cachorros de rua na frente do carro, e ele simplesmente se recusava a sair. O cão começou a latir sem parar e logo outro se juntou a ele. Os dois ficaram encarando o carro de frente; eles rosnavam e não se retiraram nem mesmo quando o Kleinu buzinou e acelerou o carro, ameaçando atropela-los. A rua era estreita e não tinha como contornar os cães. Eles olharam para trás e viram a casa com as luzes apagadas, porta e janelas fechadas. Isso tudo durou menos de um minuto, mas os dois já estavam assustados o suficiente e aceleraram o carro em marcha ré, tentando voltar por onde tinham vindo.

De acordo com eles, a hora era mais ou menos a mesma que marcava no relógio naquele momento. Rapidamente eu tive a ideia de passarmos lá, pois eu queria conhecer esta tal casa. Esta história havia me animado e estava começando a me dar ideias pra um novo conto. Nossos outros amigos concordaram, apenas o Kleinu e o Helmut continuavam não querendo ir, mas nossa insistência acabou vencendo.

- Essa é a casa. - falou Helmut, assim que chegamos na rua. Era mesmo uma rua estreita.

Eu baixei o vidro e oque vi foi uma casa comum, com uma sacada pequena. Não era velha e parecia bem cuidada. Uma placa escrito ''Aluga-se.'' estava firmada contra as grades da sacada. As luzes estavam todas apagadas e as outras casas e pequenos apartamentos encontravam-se da mesma forma. Sinceramente eu não achei nada demais, Falk e Alex também estavam tranquilos, mas uma rápida olhada no Helmut e percebi o quanto ele estava nervoso - Kleinu nem tanto. Achei isso engraçado e, de forma bem inconveniente falei-lhes sobre algo que havia me recordado naquele exato momento.

- Vocês tem certeza que eram 3:00 horas quando vocês passaram aqui aquele dia? - perguntei e eles concordaram, dizendo que era algo em torno disso. - Bom, vocês sabiam que 3:00 da madrugada é a hora do demônio?

- Porra Kim! - gritou Helmut.
- Kim, guarde essas informações pra ti. - disse Kleinu.

Nossos outros amigos riam e um deles se virou interessado. Eu extremamente sério continuei: - Mas é verdade. Diz a lenda que 3:00 da madrugada é a hora que Lúcifer revoltou-se contra Deus. Portanto esta é a sua hora. Ja as 15 horas é a hora que Jesus morreu, ou seja, a hora da libertação dos anjos do bem. Nesse caso as 3:00 da madrugada seria uma espécie de deboche de Lúcifer a cerca de Jesus Cristo. - Enquanto eu falava os dois continuavam a me mandar ficar quieto, já Falk e Alex me encorajavam, então continuei: - A essa hora os portões do inferno se abrem e alguns demônios percorrem livremente o mundo dos vivos, procurando por almas corrompidas das quais possam se alimentar e... - Fui interrompido pelo barulho estridente do som do carro; Helmut havia ligado o rádio, dizendo que não queria mais ouvir oque eu estava falando. Eu até tentei falar um pouco mais alto para me fazer ser ouvido, mas foi inútil. Kleinu acelerou o carro e disse que era melhor ir embora. Enquanto o carro se afastava eu olhei pelo vidro traseiro e vi um cachorro grande deitado no meio fio da calçada, quase no mesmo lugar onde havíamos parado o carro. Eu achei estranho, pois não tinha percebido ele antes. Ver aquele cão lá até me deu um certo ''medo'', pois tenho uma imaginação fértil e tal. Enfim...

Isso já faz bastante tempo, mas ainda hoje nós incomodamos o Helmut - o mais medroso do grupo, e certamente um dos caras mais medrosos que eu já vi na vida - com a história da velha da sacada. O Kleinu nós paramos de incomodar, porque ele não é tão medroso, então não tem graça incomodar ele.